segunda-feira, 14 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Luanda é a cidade mais cara do mundo para expatriados
Luanda é a cidade mais cara do mundo para expatriados, diz um estudo da ECA International Lisboa, 16 Jun (Lusa) - Luanda é a cidade mais cara do mundo para trabalhadores estrangeiros, pela segunda vez consecutiva, situando-se acima de cidades como Paris e Londres, segundo divulgou a consultora de recursos humanos ECA International.
O estudo da Eca, que comparou o custo de vida em mais de 370 locais no mundo inteiro, baseia-se numa amostra de 128 bens de consumo e não engloba despesas com a habitação, normalmente suportadas pelas empresas.
"O facto de Luanda liderar o topo da lista pode surpreender alguns", afirmou Lee Quane, da ECA International, acrescentando que tal acontece porque "o estudo engloba bens e serviços tipicamente adquiridos por expatriados, que podem ser muito caros em locais como este, por não existirem no mercado local".
Além de Luanda, também a capital do Gabão, Libreville, Kinshasa, na República Democrática do Congo, Abidjan, na Costa Marfim e Abuja, na Nigéria, encontram-se na lista dos 25 países com custo de vida mais elevado para expatriados.
Os dados apurados são usados pelas empresas multinacionais para calcular as ajudas de custo pagas a funcionários no estrangeiro.
Segundo a consultora, a presença de vários países africanos no topo da lista relaciona-se com o facto de os trabalhadores estrangeiros comprarem frequentemente produtos caros importados.
A segunda cidade mais cara é Oslo, capital da Noruega, seguida de Stavenger, também naquele país.
Em quarto lugar, surge Copenhaga, na Dinamarca, e depois Moscovo, na Rússia. Zurique, Genebra, Basileia e Berna, na Suíça, fazem também parte da lista das cidades mais caras para trabalhadores estrangeiros, constando no top das 10 cidades com custo de vida mais elevado.
O estudo situa a capital britânica em vigésimo quarto lugar.
Fonte:
O estudo da Eca, que comparou o custo de vida em mais de 370 locais no mundo inteiro, baseia-se numa amostra de 128 bens de consumo e não engloba despesas com a habitação, normalmente suportadas pelas empresas.
"O facto de Luanda liderar o topo da lista pode surpreender alguns", afirmou Lee Quane, da ECA International, acrescentando que tal acontece porque "o estudo engloba bens e serviços tipicamente adquiridos por expatriados, que podem ser muito caros em locais como este, por não existirem no mercado local".
Além de Luanda, também a capital do Gabão, Libreville, Kinshasa, na República Democrática do Congo, Abidjan, na Costa Marfim e Abuja, na Nigéria, encontram-se na lista dos 25 países com custo de vida mais elevado para expatriados.
Os dados apurados são usados pelas empresas multinacionais para calcular as ajudas de custo pagas a funcionários no estrangeiro.
Segundo a consultora, a presença de vários países africanos no topo da lista relaciona-se com o facto de os trabalhadores estrangeiros comprarem frequentemente produtos caros importados.
A segunda cidade mais cara é Oslo, capital da Noruega, seguida de Stavenger, também naquele país.
Em quarto lugar, surge Copenhaga, na Dinamarca, e depois Moscovo, na Rússia. Zurique, Genebra, Basileia e Berna, na Suíça, fazem também parte da lista das cidades mais caras para trabalhadores estrangeiros, constando no top das 10 cidades com custo de vida mais elevado.
O estudo situa a capital britânica em vigésimo quarto lugar.
Fonte:
Em 16 de Junho de 2008.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
IMBONDEIRO EM RECIFE
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As espécies alcançam alturas entre de 5 a 25 m (excepcionalmente 30 m), e até 7 m no diâmetro do tronco (excepcionalmente 11 m). Destacam-se pela capacidade de armazenamento de água dentro do tronco, que pode alcançar até 120.000 litros.
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Os baobás desenvolvem-se em zonas sazonalmente áridas, e são árvores de folha caduca, caindo suas folhas durante a estação seca. Alguns têm a fama de terem vários milhares de anos, mas como a sua madeira não produz anéis de crescimento, isso é impossível de ser verificado: poucos botânicos dão crédito a essas reivindicações de idade extrema.
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O baobá é a árvore nacional de Madagascar e o emblema nacional do Senegal.
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Em Angola e Moçambique, esta árvore é conhecida por embondeiro, ou imbondeiro. Em certas regiões de Moçambique, o tronco desta árvore é escavado por carpinteiros especializados para servir como cisterna comunitária.
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Ainda em Moçambique, o fruto, chamado malombe na língua xinyungwe da província de Tete, tem uma polpa branca que seca no próprio fruto e que é utilizada para a alimentação, em tempos de escassez de comida; também é referida como cura para a malária.
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Há 16 espécimes catalogadas em Recife, o Imbondeiro da Praça da República é a possível fonte de inspiração de Saint Exupéry, quando por ali passou, ao escrever O pequeno príncipe. Há um na Faculdade de Direito do Recife e outro na Cidade Universitária. Existem outros espalhados pela cidade, como em Ponte d'Uchoa e Poço da Panela. No Sitio de Pai Adão existe um Imbondeiro com mais de cem anos com um tronco de mais de 10 metros de circunferência.
Na vila de Nossa Senhora do Ó, Ipojuca, há um Imbondeiro com mais de 350 anos e 15 metros de circunferência. No Engenho Poço Comprido (Vicência) há dois espécimes.
Imbondeiro no Engenho Poço Comprido, Vicência, Brasil.Um dos vários espécimes existentes em Pernambuco
Fonte: WIKIPÉDIA - http://pt.wikipedia.org/wiki/Adansonia , acessado em 02 de Julho de 2008.
Fonte: WIKIPÉDIA - http://pt.wikipedia.org/wiki/Adansonia , acessado em 02 de Julho de 2008.
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